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EMEF Elvira Lefevre Salles Nemer, no Jardim Belval, realizou uma homenagem à estudante Giovanna Chiasini com o plantio de um ipê-amarelo, símbolo de memória, carinho e preservação da vida.
A comunidade escolar da EMEF Elvira Lefevre Salles Nemer, em Barueri, promoveu uma emocionante homenagem à estudante Giovanna Frige Chiasini, de 14 anos, que faleceu em abril deste ano em decorrência de complicações causadas pelo lúpus. A ação aconteceu na última semana e reuniu familiares, professores, alunos e representantes da escola em um momento de reflexão e afeto.
Como forma de manter viva a memória da jovem, foi realizado o plantio de um ipê-amarelo nas proximidades da entrada da unidade escolar. A iniciativa partiu da direção da escola com o apoio dos professores Geovani Barreto Santos, conhecido como professor Jéba, e Agnério Néri Ferreira.
Segundo Agnério, a escolha do ipê-amarelo possui um significado especial. Além de ser uma das árvores mais representativas da flora brasileira, a espécie floresce anualmente e servirá como uma lembrança permanente da estudante para toda a comunidade escolar.
A cerimônia contou ainda com apresentações musicais conduzidas pelos professores Agnério Néri Ferreira e João Francisco Bruno de Jesus. Os participantes acompanharam a execução do tradicional “Hino à Árvore”, composição do educador Arnaldo de Oliveira Barreto.
O encerramento foi marcado pelo plantio simbólico da árvore, realizado com a participação de familiares e representantes da comunidade. A homenagem emocionou alunos, educadores e moradores do bairro, reforçando valores como solidariedade, memória e respeito à vida.
Conscientização sobre o lúpus
A homenagem também serviu para ampliar a conscientização sobre o lúpus, doença autoimune crônica que afeta milhares de brasileiros. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, entre 150 mil e 300 mil pessoas convivem com a doença no país.
Embora não tenha cura, o tratamento adequado contribui para o controle dos sintomas e para uma melhor qualidade de vida dos pacientes. Entre os principais sinais estão fadiga intensa, dores articulares, manchas na pele, febre persistente e queda de cabelo.
A iniciativa da escola transformou a dor da despedida em um gesto de amor e esperança, deixando um legado que continuará florescendo nos próximos anos.
