Unidades móveis atenderam cerca de 33,5 mil pessoas em 39 municípios paulistas; Osasco conta atualmente com carretas de Saúde da Mulher e Oftalmologia.
As carretas do programa Agora Tem Especialistas já realizaram mais de 74 mil procedimentos no estado de São Paulo, com cerca de 33,5 mil pessoas atendidas em 39 municípios. A iniciativa oferece consultas, exames e procedimentos especializados por meio de unidades móveis.
Atualmente, dez carretas estão em funcionamento no estado de São Paulo. Seis são destinadas à Saúde da Mulher e estão em Batatais, Itu, Andradina, Franca, Guaratinguetá e Osasco. Outras três oferecem exames de imagem em Araçatuba, Sumaré e Jacareí, enquanto Osasco também recebe uma unidade de Oftalmologia.
Em todo o Brasil, as 120 carretas do programa já ultrapassaram a marca de 1 milhão de procedimentos, beneficiando aproximadamente 410 mil pessoas. A previsão do Ministério da Saúde é ampliar a estrutura para 150 unidades móveis até o fim do ano.
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a proposta é aproximar os serviços especializados da população e reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.
Carretas ajudam a reduzir filas por atendimento
O programa também registra redução de filas em diferentes regiões do país. Ao todo, 170 filas foram zeradas em 88 municípios de 22 estados.
Em São Paulo, seis filas foram totalmente atendidas em cinco municípios. Entre os exemplos estão Piracicaba, onde foi eliminada a demanda existente por determinados exames de tomografia, e Ribeirão Preto, que zerou a fila para cirurgias de catarata.
As carretas oferecem diferentes tipos de atendimento. Nas unidades de exames de imagem são realizadas, entre outros procedimentos, tomografias. Já as unidades de Oftalmologia realizam atendimentos como cirurgias de catarata.
Na área de Saúde da Mulher, são oferecidas mamografias, ultrassonografias e outros procedimentos utilizados na investigação de alterações relacionadas aos cânceres de mama e do colo do útero.
Quem pode ser atendido?
Os atendimentos são gratuitos e destinados aos pacientes do SUS, mas não funcionam por livre procura. Os usuários precisam ser encaminhados e agendados pela própria rede pública de saúde.
As unidades móveis podem ser direcionadas para cidades e regiões onde existe maior demanda reprimida por consultas, exames e outros serviços especializados.
