Projeto quer permitir que pequenas empresas invistam em ações sociais com parte do imposto

Micro e pequenas empresas podem ganhar um novo papel no apoio a projetos sociais no Brasil. O Projeto de Lei Complementar 50/2026, de autoria da deputada Renata Abreu, propõe autorizar empresas do Simples Nacional a destinar parte do imposto para iniciativas voltadas à infância e adolescência.


👶 Apoio direto a projetos sociais

A proposta permite que empresas façam doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente e deduzam esse valor do imposto devido.

📊 Hoje, esse benefício é restrito a empresas maiores, enquadradas no regime de Lucro Real.


📉 Como funcionaria na prática

  • 💰 Dedução de até 1% do IRPJ
  • 📦 Válido para empresas do Simples Nacional
  • 🏢 Amplia o acesso de pequenos negócios ao incentivo fiscal

Segundo a proposta, a medida mantém o equilíbrio das contas públicas, sem impacto significativo na arrecadação.


🌍 Impacto social

A mudança pode fortalecer projetos que atuam diretamente com crianças e adolescentes, como:

  • 🏫 Creches
  • 🏠 Abrigos
  • 📚 Projetos educacionais e sociais

A ideia é transformar parte do imposto em investimento direto nas comunidades.


🤝 Mais proximidade com a realidade local

Outro ponto destacado é a possibilidade de o empresário escolher projetos próximos da sua realidade, incentivando:

  • Participação social
  • Desenvolvimento local
  • Fortalecimento de iniciativas comunitárias

⚙️ Regulamentação

Caso aprovado, o processo será regulamentado pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, que definirá regras para garantir:

✔️ Transparência
✔️ Controle das doações
✔️ Segurança jurídica


📜 O que é um PLC?

O Projeto de Lei Complementar é utilizado para tratar de temas específicos previstos na Constituição, como regras tributárias.

➡️ Exige maioria absoluta no Congresso para aprovação, o que torna sua análise mais rigorosa.

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